História do Egbé Ifá & Orisha Agbonniregun Aworeni

AXÉ CASA GRANDE

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  O AXÉ CASA GRANDE foi fundado em 1998, em Cabo Frio, estado do Rio de Janeiro, tendo como principal designação espiritual difundir a cultura Africana no Brasil, seu fundador o Babá Ifábulujè Aworeni Odusolá possui fundamentos iniciáticos na nação de Jeje – Nagô Vodun, nos cultos de Ifá, Egungun e Umbanda provenientes de sua longa trajetória espiritual, ao qual procura somatizar seus conhecimentos e sempre esta aberto a novas lições, assim compreende que o aprendizado constante em sua vida faz parte de uma grande evolução espiritual e pessoal.

   O AXÉ CASA GRANDE é único, possuindo suas particularidades e singularidades tais como suas diversificações culturais, dentro dos quais se destaca o culto a Egungun e a Ifá. O modelo de culto do AXÉ CASA GRANDE é grandemente influenciado pelos cultos e tradições diretamente ligados as ramificações que o fundador vivenciou durante sua trajetória espiritual..

   No barracão do AXÉ CASA GRANDE é comum a realização da cultura popular brasileira assim como os sambas de caboclo e as correntes de pretos – velhos entre outras tradicionais da cultura brasileira..

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UM POUCO MAIS SOBRE NÓS

  O AXÉ CASA GRANDE é a denominação mais difundida das Religiões Afro-brasileiras, a palavra Casa Grande se originou nos primórdios do trafico de negros no Brasil e com as instalações das grandes fazendas e Senzalas, no qual designa a chegada dos escravos trazidos de África mais propriamente vindos da Nigéria, Togo e Benin forjando nossa cultura diversificada. Como nas demais religiões de origem africana no Brasil (Candomblé, Umbanda, Xangô, Xambá, Batuque e outras).

  O AXÉ CASA GRANDE se caracteriza por ser uma casa iniciática de transe e possessão, onde tradicionalmente as iniciações são demoradas, sendo realizada com grande discrição no recinto do barracão onde poucas pessoas recebem os graus mais elevados ou a iniciação completa por ser uma casa que preza por fundamentos tradicionais.

  A discrição no transe e no comportamento em geral é uma característica marcante no AXÉ CASA GRANDE considerado por muitos uma “Sociedade de cultura Africana secreta” onde nos recintos mais sagrados do culto espalhados em torno do ambiente da roça de vodun e orixá onde esta instalado o Barracão central só adentram os iniciados mais graduados.

  No AXÉ CASA GRANDE cerca de noventa por centos dos participantes do culto são do sexo feminino e por isso, alguns falam num futuro matriarcado neste AXÉ. Os homens desempenham principalmente a função de Ogãns e Ojés, também se encarregam de certas atividades do culto, como matança de animais e do transporte de certas obrigações para o local que devem ser depositados e outros.

DIREITOS E PRERROGATIVAS DAS RELIGIÕES AFRO-BRASILEIRAS

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CALENDÁRIO RITUALISTICO 2024


JANEIRO:

1° Domingo - Roda de Bará

4° Domingo - Águas de Oxalá


MAIO:

4° Domingo - Festival de Egungun



JUNHO:

Segunda semana - Fogueira de Sogbò (12 dias)



AGOSTO:

4° Domingo - Olubajé



DEZEMBRO:

1° Domingo - Festa das Yabás


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HISTÓRIAS DO CANDOMBLÉ E RAIZ DO EGBÉ IFÁ & ORISHA AGBONNIREGUN AWORENI

HISTÓRIA DO CANDOMBLÉ KETU

No início do século XIX, as etnias africanas eram separadas por confrarias da Igreja Católica na região de Salvador, na Bahia. Dentre os escravos pertencentes ao grupo dos Nagôs, estavam os Yoruba (Iorubá). Suas crenças e rituais são parecidos com os de outras nações do candomblé em termos gerais, mas diferentes em quase todos os detalhes.

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HISTÓRIA DO CANDOMBLÉ JEJE

Assim, como os Nagôs ou yorubas, os jejes língua ewe, língua fon, língua mina e os fanti ashantis, formam grupos sudaneses que englobam a África Ocidental hoje denominada de Nigéria,Gana, Benin e Togo. Sua entrada no Brasil ocorreu em meados do século XVII.

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O Egbé Ifá & Orisha Agbonniregun Aworeni - AXÉ CASA GRANDE registrado no Cartório do 1° Oficio da Cidade de Casimiro de Abreu, apresenta a estrutura familiar de seu Ministro de culto para orientação de todos para que em momento algum haja distorção de suas matrizes:

SACERDOTE:

Babá Ifábulujè Aworeni Odusolá  - Dofono d' Sogbô
Iniciado ao culto de matrizes africanas no ILÈ AXÉ ATAWAJÁ em Campo Grande/RJ.

# FAMÍLIA POR LESSEN ORISÁ:

PAI:

MARCOS ANTONIO DA ROCHA SANTOS – conhecido como Diabo Loiro - Dofono d' Osun Karè - fundador do ILÈ AXÉ ATAWAJÁ em Campo Grande/RJ.

AVÔ:

PAULO CESAR CADENA DA SILVA -Conhecido como Sr. Paulo d' Ogun Tanà - Fundador do ILÈ AXÉ OGUN TANÀ em Campo Grande/RJ

BISAVÔ:

ROQUE DA PORRETA -Conhecido como Dofono d' Azauane.

TATARAVÓ:

TIA MENININHA - Conhecida como Arcanja d' Sango - SOBALOJÚ.

# FAMÍLIA POR LESSEN EGUNGUN:

PAI: NIVALDO DANIEL DE PAULA - Alabá Babá Mariwo - conhecido como BUDIJÓ - fundador do ILÈ AXÉ LESSEN EGUN BABANICOS (ILIQUIOBÉ) em Itaparica - Salvador/BA.

PADRINHO:

JOAQUIM DANIEL DE PAULA - Conhecido como Ojé Macedum.

DESCENDÊNCIA:

ANTONIO DANIEL DE PAULA.

CRISPIM DANIEL DE PAULA - Sr. Cosme.

PEDRO DANIEL DE PAULA - 1° Alapinin Salé Tuntun (primeiro a cortar para egun no Brasil).

DISCÓRICO MAXIMIANO DOS SANTOS - Conhecido como Mestre Didi - Filho carnal de MARIA BIBIANA DO ESPIRITO SANTO - filha de Iamasse - ILÈ AXÉ OPÒ AFONJÁ - Foi o 2° Alapinin Salé Tuntun - Quem deu cargo ao meu pai BUDIJÓ.


# FAMÍLIA DE IFÁ:


PAI:

MARCELO BOTHELHO - Chief Oluwo Ifá e Apená Awo Ogboni de Ile Ifé -Conhecido como Chief Ifalade Aworeni Odusolá - Fundandor da EGBÉ IFÁ & ILEDI OGBONI ODUSOLÁ, sediada na Cidade de Sorocaba estado de São Paulo, Brasil.

AVÔ:

IFATEJU AWORENI

BISAVÔ:

ADISA MOKONRANWALE AWORENI - Conhecido como Babá Araba Agbaye - Sumo sacerdote de Ifá em Ilè Ifé. Descente carnal direto de Orunmila.


# FAMÍLIA DE UMBANDA:

1° Casa

SACERDOTE:

(IN MEMORY) Sr. Pedro Monteiro ( Conhecido como Pedrinho), Fundador da Casa de Umbanda CENTRO ESPIRITA SÃO MIGUEL ARCANJO, localizado em Imbetiba Macaé/RJ

Foi Batizado na umbanda Pelo Exú Tranca-Rua e Pombogira Maria Padilha.

2° Casa

SACERDOTE:

JOÃO SERGIO DE LIMA, Conhecido como Banda Silê - Fundador da Casa de Umbanda Cristianizada XANGÔ MENINO, em Macaé, iniciado Ojuobá e por Obateleuá na nação Ketu, mas também com direitos a cultuar o Angola, e recebeu a Dijína de Banda Silê. Em dezembro de 1994 deu obrigação com o Professor Agenor Miranda Rocha, renomado Babalorixá e Oluwô, filho de mãe Aninha, fundadora do Ilê Axé Opô Afonjá, da cidade de Salvador, Bahia, onde era conhecido por Santinho. 


#### ATENÇÃO####

Informamos que todas as informações descritas neste site encontram-se devidamente registras nos seguintes órgãos fiscalizadores abaixo descritos:

FENACAB - Federação Nacional do Culto Afro-Brasileiro - Salvador/BA
AFA - Associação Brasileira de Preservação da Cultura Afro Ameríndia.
CCAB - Confederação dos Cultos Afro-Brasileiros do Estado do Rio de Janeiro/RJ.

Origens[editar | editar código-fonte]

"Um dos mitos da criação do mundo (Cf. em Barretti Fª, (1984/2003) 2012 - "Ilê-Ifé a Origem do Mundo.") diz que Odùduwà. é seu criador, fundador e o primeiro Ọba Òóni Ifè de Ilé-Ifè – o progenitor de todo o povo yorùbá (Cf. em Barretti Fª, (2003) 2012 - "Odùduwà – Óòni Ifè"). Numa sociedade polígamaOdùduwà teve muitas esposas e uma grande prole. (Cf. em Barretti Fº, (2003) 2012 - "As Esposas de Odùduwà").
Os filhos, netos ou bisnetos de Odùduwà, os deuses, semideuses e/ou heróis, formaram a base da nação yorùbá, o que faz Odùduwà ser conhecido como "O Patriarca dos Yorùbá", passando a ser aclamado de Olófin Odùduwà Àjàlàiyé. (Cf. em Barretti Fº, (2003) 2012 - "A Formação do Povo Yorùbá")
Enfim, alguns de seus filhos geraram as linhagens dos Ọba dos yorùbá (Reis considerados como descendentes diretos do Òrìṣà cultuado, que representam ou "são" o próprio Òrìṣà em vida) e uns foram os precursores dos principais subgrupos, ou mais, que deram origem à civilização dos yorùbá e, religiosamente falando, de todos os povos do mundo. (confira em Barretti Fº, (2003) 2012 - "Os Ọba").
O grupo étnico yorùbá é subdividido em vários subgrupos, tais como: os Kétu, Òyó, Ìjèṣà, Ifè, Ifòn, Ègbà, Èfòn etc. Esses deram origem, na diáspora, à religião dos Òrìṣà. Os Kétu, no nosso caso, foram um importante precursor das religiões afro-brasileiras.
Portanto, nos candomblés ditos de nação Kétu, de origem étnica Yorùbá, o Òrìṣà Òsóòsì, o senhor da caça e dos caçadores, é revivido, reverenciado e aclamado como "Ọba Alákétu (título real de Kétu), Rei e Senhor de Kétu e dos Kétu": rei do candomblé Kétu. Nessa mesma nação, o Òrìṣà Èṣù, principal comunicador, "articulador" e "transformador" de todo o sistema religioso yorùbá e do candomblé, ganha ainda maior notoriedade quando é agraciado, saudado e cultuado como Èṣù Alákétu, Rei em Ilé-Kétu.
Esses Òrìṣà tornam-se identificadores indiscutíveis da nação Kétu e possuem em comum o título real Alákétu. (confira em Barretti Fº, (2010) 2012 - Os Òrìṣà Alákétu).
Sendo assim, os Òrìṣà Èṣù e Òsóòsì – que intitulamos Òrìṣà Alákétu, que, além de seus valores naturais, revelam-se como poderosos identificadores dos Kétu e de fundamental importância para a continuidade do candomblé Kétu.
Alákétu continua sendo o título do rei da atual cidade de Kétu, antigo reino yorùbá, situada na República do Benim (antigo Daomé), país que faz fronteira, a oeste, com a Nigéria Essas regiões são conhecidas por yorubaland: terras onde habitam os yorùbá, independentemente das divisões geopolíticas e/ou sociológicas impostas às etnias africanas." (Barretti Fº, 2010, dados e extratos: pp. 75–81)[3]

História[editar | editar código-fonte]

No início do século XIX, as etnias africanas eram separadas por confrarias da Igreja Católica na região de Salvador, na Bahia. Dentre os escravos pertencentes ao grupo dos Nagôs, estavam os Yoruba (Iorubá). Suas crenças e rituais são parecidos com os de outras nações do candomblé em termos gerais, mas diferentes em quase todos os detalhes.
Teve início em Salvador, na Bahia. De acordo com as lendas contadas pelos mais velhos, algumas princesas vindas de Oyó e Ketu na condição de escravas fundaram um terreiro num engenho de cana-de-açúcar. Posteriormente, passaram a reunir-se num local denominado Barroquinha, onde fundaram uma comunidade de Jeje-Nagô pretextando a construção e manutenção da primitiva Capela da Confraria de Nossa Senhora da Barroquinha, atual Igreja de Nossa Senhora da Barroquinha que, segundo historiadores, efetivamente conta com cerca de três séculos de existência.[4]
No Brasil Colônia e depois, já com o país independente mas ainda escravocrata, proliferaram irmandades. "Para cada categoria ocupacional, raça, nação - sim, porque os escravos africanos e seus descendentes procediam de diferentes locais com diferentes culturas - havia uma. Dos ricos, dos pobres, dos músicos, dos pretos, dos brancos etc. Quase nenhuma de mulheres, e elas, nas irmandades dos homens, entraram sempre como dependentes para assegurarem benefícios corporativos advindos com a morte do esposo. Para que uma irmandade funcionasse, diz o historiador João José Reis, precisava encontrar uma igreja que a acolhesse e ter aprovados os seus estatutos por uma autoridade eclesiástica".
Muitas conseguiram construir a sua própria Igreja como a Igreja do Rosário da Barroquinha, com a qual a Irmandade da Boa Morte manteve estreito contato. O que ficou conhecido como devoção do povo de candomblé. O historiador cachoeirano Luiz Cláudio Dias Nascimento afirma que os atos litúrgicos originais da Irmandade de cor da Boa Morte eram realizados na Igreja da Ordem Terceira do Carmo, templo tradicionalmente frequentado pelas elites locais. Posteriormente, as irmãs transferiram-se para a Igreja de Santa Bárbara, da Santa Casa da Misericórdia, onde existem imagens de Nossa Senhora da Glória e da Nossa Senhora da Boa Morte. Desta, mudaram-se para a bela Igreja do Amparo, demolida em 1946 e onde hoje encontram-se moradias de classe média. Daí, saíram para a Igreja Matriz, sede da freguesia, indo depois para a Igreja da Ajuda.
O fato é que não se sabe ao certo precisar a data exata da origem da Irmandade da Boa Morte. Odorico Tavares arrisca uma opinião: a devoção teria começado mesmo em 1820, na Igreja da Barroquinha, tendo sido os Jejes, deslocando-se até Cachoeira, os responsáveis pela sua organização. Outros ressaltam a mesma época, divergindo quanto à nação das pioneiras, que seriam alforriadas Ketu. Parece que a composição da irmandade continha variada procedência étnica, já que fala-se em mais de uma centena de adeptas nos seus primeiros anos de vida.
Essas confrarias eram os locais onde se reuniam as sacerdotisas africanas já libertas (alforriadas) de várias nações, que foram se separando conforme foram abrindo os terreiros. Na comunidade existente atrás da capela da confraria, foi construído o Candomblé da Barroquinha pelas sacerdotisas de Ketu, que, depois, se transferiram para o Engenho Velho, ao passo que algumas sacerdotisas de Jeje deslocaram-se para o Recôncavo Baiano, para Cachoeira e São Félix, para onde transferiram a Irmandade da Boa Morte e fundaram vários terreiros de candomblé jeje, sendo o primeiro Kwé Cejá Hundé ou Roça do Ventura.
O Candomblé Ketu ficou concentrado em Salvador. Depois da transferência do Candomblé da Barroquinha para o Engenho Velho, passou a se chamar Ilê Axé Iyá Nassô mais conhecido como Casa Branca do Engenho Velho sendo a primeira casa da nação Ketu no Brasil de onde saíram as Iyalorixás que fundaram o Ilê Axé Opô Afonjá e o Ilê Iya Omin Axé Iyamassé, o Terreiro do Gantois.

Orixás[editar | editar código-fonte]

Os Orixás do Ketu são basicamente os da Mitologia Yoruba.
Olorun também chamado Olodumare é o Deus supremo, que criou as divindades ou Orixás (Òrìsà em yoruba). As centenas de orixás ainda cultuados na África, ficou reduzida a um pequeno número que são invocados em cerimônias:
  • Exu, Orixá guardião dos templos, encruzilhadas, passagens, casas, cidades e das pessoas, mensageiro divino dos oráculos.
  • Ogum, Orixá do ferro, guerra, fogo, e tecnologia.
  • Oxóssi, Orixá da caça e da fartura.
  • Logunedé, Orixá jovem da caça e da pesca
  • Xangô, Orixá do fogo e trovão, protetor da justiça.
  • Ayrà, Usa branco, tem profundas ligações com Oxalá e com Xangô.
  • Obaluaiyê, Orixá das doenças epidérmicas e pragas, Orixá da Cura.
  • Oxumaré, Orixá da chuva e do arco-íris, o Dono das Cobras.
  • Ossaim, Orixá das Folhas, conhece o segredo de todas elas.
  • Oyá ou Iansã, Orixá feminino dos ventos, relâmpagos, tempestades, e do Rio Niger
  • Oxum, Orixá feminino dos rios, do ouro, do jogo de búzios, e do amor.
  • Iemanjá, Orixá feminino dos lagos, mares e fertilidade, mãe de muitos Orixás.
  • Nanã, Orixá feminino dos pântanos, e da morte, mãe de Obaluaiê.
  • Yewá, Orixá feminino do Rio Yewa.
  • Obá, Orixá feminino do Rio Oba, uma das esposas de Xangô
  • Axabó, Orixá feminino da família de Xangô
  • Ibeji, Orixás gêmeos
  • Irôco, Orixá da árvore sagrada, (gameleira branca no Brasil).
  • Egungun, ancestral cultuado após a morte em casas separadas dos Orixás.
  • Iyami-Ajé, é a sacralização da figura materna, a grande mãe feiticeira.
  • Onilé, Orixá do culto de Egungun
  • Oxalá, Orixá do Branco, da Paz, da Fé.
  • OrixaNlá ou Obatalá, o mais respeitado, o pai de quase todos orixás, criador do mundo e dos corpos humanos.
  • Ifá ou Orunmila-Ifa, Ifá é o porta-voz de Orunmila, Orixá da Adivinhação e do destino.
  • Odudua, Orixá também tido como criadora do mundo, mãe de Oranian e dos yoruba.
  • Oranian, Orixá filho mais novo de Odudua
  • Baiani, Orixá também chamado Dadá Ajaká
  • Olokun, Orixá divindade do mar
  • Olossá, Orixá dos lagos e lagoas
  • Oxalufon, Qualidade de Oxalá velho e sábio
  • Oxaguian, Qualidade de Oxalá jovem e guerreiro
  • Orixá Oko, Orixá da agricultura
Na África, cada Orixá estava ligado originalmente a uma cidade ou a um país inteiro. Tratava-se de uma série de cultos regionais ou nacionais. Şàngó em Oyó, Yemoja na região de Egbá, Iyewa em Egbado, Ògún em Ekiti e Ondo, Òşun em IlesaOsogbo e Ijebu Ode, Erinlé em Ilobu, Lógunnède em Ilesa, Otin em Inisa, Oşàálà-Obàtálá em Ifé, subdivididos em Oşàlúfon em Ifo e Òşágiyan em Ejigbo.
No Brasil, em cada templo religioso, são cultuados todos os Orixás, diferenciando que nas casas grandes tem um quarto separado para cada Orixá, nas casas menores são cultuados em um único quarto de santo (expressão usada para designar o quarto onde são cultuados os Orixás).

Ritual[editar | editar código-fonte]

O ritual de uma casa de Ketu é diferente dos das casas de outras nações. A diferença está no idioma, no toque dos Ilus (atabaque no Ketu), nas cantigas, nas cores usadas pelos Orixás, os rituais mais importantes são: PadêSacrifícioOferendaSassayinIniciaçãoAxexêOlubajéÁguas de OxaláIpeté de Oxum...
língua sagrada utilizada em rituais do Ketu é derivada da língua Yoruba ou Nagô. O povo de Ketu procura manter-se fiel aos ensinamentos das africanas que fundaram as primeiras casas, reproduzem os rituais, rezas, lendas, cantigas, comidas, festas, e esses ensinamentos são passados oralmente até hoje.

Hierarquia[editar | editar código-fonte]

As posições principais do Ketu (são chamados de cargo ou posto: em yorubaOlóyèsOgãns e Àjòiès), em termos de autoridade, são:
O cargo de autoridade máxima dentro de uma casa de candomblé é o de Babalorixá (pai de santo). São pessoas escolhidas pelos Orixás para ocupar esse posto. São sacerdotes, que após muitos anos de estudo adquiriram o conhecimento para tal função e são as únicas autoridades que podem abrir uma casa ou terreiro de candomblé.Alem do Babalorixa existe o cargo maximo que e do Babalodum, quando um filho de orixa maximo, ou seja Olisa Osala Giyan Ejonile Egbe[oxaguian], que hoje e ocupado pelo sacerdote Pai menino do Oxala[ Paulo Ricardo da Silva Branco]. Este por sua vez assumiu o cargo de imperador do Afonja aos 16 anos de idade, mostrando maturidade suficiente e criando admiracao entre os mais de 50 mil filhos de santo.Um Babalodum e um sacerdote que no caso especifico de pai menino e da quarta hierarquia, significando que detem o axe de cura e da visao, alem de ter que cumprir uma missao ja pre estabelecida ha mais de 5 mil anos pelo povo Yoruba/Nago ainda na Africa. Pai menino encontra-se em missao em busca da Yialodum, que segundo a lenda Yoruba seria uma filha de Oxum Opara, que teria dois filhos que seria um deles, o proximo e ultimo babalodum, antes da volta de Oxala e de todos os Orixas ao aye(terra). Quando a pessoa escolhida através do jogo de búzios ainda não está preparada para assumir o posto, terá que ser assistida por todos os Egbomis (meu irmão mais velho) da casa para obter o conhecimento necessário.
  1. Iyalorixá ou Babalorixá: A palavra iyá do yoruba significa mãe, babá significa pai.
  2. Iyakekerê (mulher): mãe pequena, segunda sacerdotisa.
  3. Babakekerê (homem): pai pequeno, segundo sacerdote.
  4. Iyalaxé (mulher): cuida dos objetos rituais.
  5. Ojubonã ou Agibonã: mãe criadeira, supervisiona e ajuda na iniciação
  6. Egbomis: são pessoas que já cumpriram o período de sete anos da iniciação (significado: egbon mi, "meu irmão mais velho").
  7. Ogãs ou Ogans: tocadores de atabaques (não entram em transe).
  8. Axogun: responsável pelo sacrifício dos animais (não entra em transe).
  9. Alagbê: responsável pelos atabaques e pelos toques (não entra em transe).
  10. Ajoiê ou ekedi: camareira do Orixá (não entra em transe). Na Casa Branca do Engenho Velho, as ajoiés são chamadas de ekedis. No Gantois, de "Iyárobá" e na Angola, é chamada de "makota de angúzo". "Ekedi" é nome de origem Jeje, que se popularizou e é conhecido em todas as casas de Candomblé do Brasil.
  11. Iyabassê: mulher responsável pela preparação das comidas de santo
  12. Iaô: filha(o) de santo que já entra em transe.
  13. Abiã ou abian: novato.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1.  Silva (2005)
  2.  Bastide (2009).
  3.  Barretti Filho, Aulo. “Òṣóòsì e Èṣù, os Òrìṣà Alákétu”. In: Dos Yorùbá ao Candomblé Kétu: Origens, Tradições e Continuidade.. Aulo Barretti Filho (org.), pp. 75-139. São Paulo, Edusp, 2010.
  4.  Silveira, Renato daCandomblé da Barroquinha. Editora Maianga, 2007. ISBN 8588543419

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • BASTIDE, Roger. O candomblé da Bahia: rito nagô. Tradução de Maria Isaura Pereira de Queiroz. 4. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2009. [1. ed., 1958.]
  • GIROTO, Ismael. O universo mágico-religioso negro-africano e afro-brasileiro: bantu e nàgó. Tese de Doutorado, USP, São Paulo, 1999. link.
  • ROCHA, A. M. As nações de Kêtu: origens, ritos e crenças. Os candomblés antigos do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Mauad, 2000. link.
  • SILVA, Vagner Gonçalves da. Candomblé e Umbanda – caminhos da devoção brasileira. São Paulo: Selo Negro Edições, 2005. link.
Candomblé Jeje, é o candomblé que cultua os Voduns do Reino do Daomé levados para o Brasil pelos africanos escravizados em várias regiões da África Ocidental e África Central. Essas divindades são da rica, complexa e elevada Mitologia Fon. Os vários grupos étnicos - como fonewefantiashanti, mina - ao chegarem no Brasil, eram chamados djedje (do yoruba àjèjì, 'estrangeiro, estranho'), designação que os yoruba, no Daomé atribuíam aos povos vizinhos,[1] Introduziram o seu culto em SalvadorCachoeira e São Felix, na Bahia, em São Luís, no Maranhão, e, posteriormente, em vários outros estados do Brasil.

História[editar | editar código-fonte]

Assim, como os Nagôs ou yorubas, os jejes língua ewelíngua fonlíngua mina e os fanti ashantis, formam grupos sudaneses que englobam a África Ocidental hoje denominada de Nigéria,Gana, Benin e Togo. Sua entrada no Brasil ocorreu em meados do século XVII.
A palavra djedje (jeje) recebeu uma conotação pejorativa, como “inimigo”, por parte dos povos conquistados pelos reis de Dahomey. Quando os conquistadores eram avistados pelos nativos de uma aldeia, muitos gritavam dando o alarme “Pou okan, djedje hum wa!” ("Olhem, os jejes estão chegando!).
Quando os primeiros daomeanos chegaram ao Brasil como escravos, aqueles que já estavam aqui reconheceram o inimigo e gritaram “Pou okan, djedje hum wa!”; e assim ficou conhecido o culto dos Voduns no Brasil ou Nação Jeje.

Bahia[editar | editar código-fonte]

A daomeanaLudovina Pessoa, natural da cidade Mahi (pron. marri), foi escolhida pelos Voduns para fundar três templos na Bahia:
O templo de Ajunsun-Sakpata foi criado mais tarde pela africana Gaiaku Satu, em salvador e recebeu o nome mais conhecido por Cacunda de Yayá, que tem como sua representante a Gaiaku Maria de Lourdes Buana (Gaiaku Ominibu Kafae foobá), filha de Mãe Tança de Nanã (Jaoci), que era filha de Gaiaku Satu.A Cacunda de YáYá funcionou muitos anos no bairro da "Sussuarana" em Salvador, onde tiveram que se deslocar do lugar original pela construção da rodovia, onde foram indenizados pelo governo baiano, e foram se instalar na parte mais alta do terreno, que dizem ser tão grande que não sabiam a dimensão exata, tinha mata, fontes, riachos, tudo no terreno da Cacunda.
Gaiaku Lourdes, teve roça em Salvador, no Bairro Alto do Cabrito, e também em Nilópolis, cidade na região metropolitana do Estado do Rio de Janeiro, e viveu até os seus 90 anos, falecendo em Outubro de 2014, marcando sua tradição no Kwe Foobá, com diversos descendentes do Jeje Savalu. Seguindo a tradição Kwe Foobá está a Doné Maira Bohana de Jesus, filha carnal e descendente espiritual de Gaiaku Lourdes. O Kwe Foobá está localizado na Rua Coronel França Leite, 1591 - Nilópolis - RJ.
São os Jeje Savalu ou Savaluno. Sakpata era rei da cidade de Savalu em Benin, segundo alguns historiadores, e foi o único rei que preferiu o exílio a se render aos conquistadores do Daomé. O dialeto dos savalus também é o Fon.
Na Rua do Curuzu, no bairro da Liberdade, em Salvador, Amilton Costa de Adaen segue a luta pela preservação da tradição do Jeje Savaluno, na condição de Doté, à frente do Hunkpame Savalú Vodun Zo Kwe (Templo do Vodun/Espírito do Fogo). Amilton é descendente espiritual da Cacunda de Yayá, onde teve o seu nascimento para zelar do Panteão Savaluno, pelas mãos de Jaoci Mãe Tança de Nanã.

Rio de Janeiro[editar | editar código-fonte]

No Rio de Janeiro, foi fundado pela africana Gaiaku Rosena, natural de Allada, o Terreiro do Kpodagbá no bairro da Saúde, que foi herdado por sua filha Adelaide São Martinho do Espírito Santo, também conhecida como Ontinha de Oiá (Oya Devodê), mais conhecida como Mejitó, que transferiu a casa de santo para o bairro Coelho da Rocha, e esse axé foi herdado por Glorinha Tokweno (lê-se: Toqüeno), com terreiro no bairro de Engenho de Dentro, no Rio de Janeiro. O Kpodabá é a casa matriz , mas deixou ramificações, como o Kwesinfá fundado em Agostinho Porto, por Natalina de Oxum (Ezintoede) tendo como herdeira Helena de Dan que transferiu o axé para Parque Paulista, em Duque de Caxias. A sacerdotisa Ercylia Braz da Silva mais conhecida como Cecília de Bela Vista, tinha o seu terreiro fundado no Rio de Janeiro e foi iniciada no Jeje por mãe Runhó no terreiro do Bogum, após a morte de sua mãe de Santo ercylia migrou para o engenho Velho casa branca pois por motivo de força maior pois no terreiro do bogum não tinha nenhum pessoa q fosse mais velha do que a mãe ercylia pois mãe ercylia não ficou de mãe de Santo no terreiro do bogum bogum por grandes motivos, ao chegar no engenho Velho mãe maci deu obrigação em dona ercylia foi aí que ela ganhou o seu cargo de ya morô e yalê apois muitos anos ganhou o cargo de ya tebexé da casa branca, aos seus 115 anos de vida ela faleceu pois só tinha uma pessoa q poderia ficar como babalorixá era o babá kekerê de sua casa Jorginho de logum pois Antônio Jorge só era um dois últimos filhos de Santo dela com o seu terreiro fundado em Caxias ela tinha mais de 350 filhos de Santo raspado pois o único q poderia ser o herdeiro legal de tudo é Jorge de logum pois pai jorge o famoso ODÉBABAOMIM do rio de janeiro pois hoje ele exerce o seu cargo de babalorixá em Nova Iguaçu geneciano pois lá no seu yle ele tem mais de 200 filhos de Santo raspado pois hoje ele tem o seu grande Palácio a casa do grande rei odé e o príncipe logum. Tendo ramificações do Axé em Brasília, fundado pelo sacerdote Rui D'Osaguian filho de Natalina de Aziri. Em Manaus/Amazonas o kwensinfá teve sua ramificação através do Babalorixá Edmilson D´Oxossi, filho do sacerdote Rui D´Osaguian.
Depois, descendente do Zogbodo Bo Gu Ma Le Seja Hunde, veio Antonio Pinto de Oliveira, Tata Fomotinho que fundou o Kwe Sejá Nassó, no bairro de Santo Cristo, depois mudou-se para Madureira na Estrada do Portela, depois para São João de Meriti onde finalmente se estabeleceu na Rua Paraíba.
Dizem os mais velhos, que Mejitó, ajudou muito Tata Fomotinho no começo de sua vida de santo no Rio de Janeiro.
Ele deixou uma legião de filhos, netos e bisnetos. Dentre esses, Jorge de Iemanjá que fundou o Kwe Sejá Tessi, Pai Zézinho da Boa Viagem que fundou o Terreiro de Nossa Senhora dos NavegantesTia Belinha que fundou a Colina de OxosseEtemi Marcelo de Avimaje, mais conhecido no Rio de Janeiro como Doté Marcelo de Jagun, filho de Tia Belinha do Oxossi que fundou o Kwe Sejá Ji DanAmaro de Xangô, Djalma Souza Santos (Djalma de Lalu) que fundou o Kwe Lonã. Djalma de Lalu iniciou Doné Mirtéia de Ogun que fundou o Axé Kwe Azon, que por sua vez iniciou Doté Wildes de Obaluayê que fundou o Axé Kwe Egi, Doté José Luiz Nunes de Ogun, primeiro filho de Doné Mirtéia do Ogun, que fundou o Hunkpame Guniké, Doné Vilma da Oxum (Hunsó do Hunkpame Guniké), filha do Pai Bira de Bessen, Doné Dilcéia de Oxum que fundou o Kwe Kawì (neta de mãe Mirtéia), Doné Dezinha de Oxum que fundou o Kwe Ellè e Heraldo Sanches de Araújo (Doté Heraldo de Xangô ((filho de Doné Mirtéia) iniciado no Nago Egbá) após mudar as águas, fundou o Axé Kwe L'Ossu, Doné Maria de Iansã (in memoriam) (também filha de Mirtéia), que fundou o Kwe Sejá Demi, Doté Nelson de Logun Edé (in memoriam), que fundou o Kwè Sejá Singbo.
Ressaltamos ainda, a importância do Jeje Mahi quanto ao Vodun Azunsun ou Ajunsun - Azansu, Sakpatá. [Todos os Voduns, pertencentes ao panteão de Sakpatá, são da família Dambirá. Nesse panteão temos vários Voduns. O mais velho que se tem notícia é Toy Akossu, no transe, ele se mantém deitado na azan (esteira). Dizem os mais velhos, que Toy Akossu é o patrono dos cientistas, ele lhes dá inspirações para a descoberta das fórmulas mágicas que curarão as doenças e as pestes. Ele é a própria "doença e cura", como também um excelente conselheiro.]

São Paulo[editar | editar código-fonte]

Pai Vavá de Bessém era da nação Jeje Savalu de Cachoeira de São Félix iniciado aos 3 anos como era comum na época, quando jovem foi para Salvador onde teve um terreiro de candomblé e viveu por muitos anos, depois foi morar no Rio de Janeiro e por último em São Paulo onde morou até morrer.

Voduns[editar | editar código-fonte]

Os Voduns no Jeje são basicamente os da Mitologia Ewe e Fon.
  • Dangbé é a serpente sagrada que representa o espírito de Vodum Dan.
  • Mawu é o Ser Supremo dos povos Ewe e Fon.
  • Lissá que é masculino, e também co-responsável pela Criação.
  • Loko é o primogênito dos voduns.dono da joia de mahi que e o rungbe
  • Gu vodun dos metais, guerra, fogo, e tecnologia.
  • Heviossô vodun que comanda os raios e relâmpagos.
  • Sakpatá vodun da varíola.
  • Dan vodun da riqueza, representado pela serpente do arco-íris.
  • Agué vodun da caça e protetor das florestas.
  • Agbê vodun dono dos mares.
  • Ayizan vodun feminino dona da crosta terrestre e dos mercados.
  • Agassu vodun que representa a linhagem real do Reino do Dahomey.
  • Aguê vodun que representa a terra firme.
  • Legba o caçula de Mawu e Lissá, e representa as entradas e saídas e a sexualidade.
  • Fa vodun da adivinhação e do destino.
  • Aziri vodun das águas doces.
  • Possun vodun do po e da terra seca representado pelo tigre.
  • Bessem é o dono das águas doces em Abomey e Ouidah, do qual é patrono.
  • Sogbô vodun do trovão da família de Heviossô.
  • Tobossi, Naê ou Mami Wata, são todas as voduns femininas das ezins jeçuçu, jevivi e salobres.
  • Nanã considerada por todos os adeptos do Culto Vodun como a grande Mãe Universal.

Ritual[editar | editar código-fonte]

Na Nação Jeje existe a necessidade do poço (se não existir uma nascente nas terras), o ideal é um sítio com nascente, mata natural, plantas e animais.
Infelizmente nas casas urbanas isto já não é tão possível, pois as Casas cada vez mais diminuem de tamanho. Mas ainda assim toda casa Jeje deverá ter pelo menos um poço, um local reservado exclusivamente para as plantas e árvores necessárias ao culto, que chamamos "kpamahin", e alguns animais que são muito importantes no culto.
Voduns não usam roupas luxuosas não gostam de roupas de festa e geralmente preferem a boa e velha roupa de ração. As danças são cadenciadas em um ritmo mais denso e pesado.
A iniciação ao culto dos voduns é complexa, longa e pode envolver longas caminhadas a santuários e mercados e períodos de reclusão dentro do convento ou terreiro humpagme, que podem chegar a durar um ano, onde os neófitos são submetidos a uma dura rotina de danças, preces, aprendizagem de línguas sagradas e votos de segredo e obediência.

Hierarquia[editar | editar código-fonte]

Curiosidades: Tasén = cerimonia equivalente ao bori dos yoruba.
Hundote (rundote) = O mesmo que abiasé dos yorubas, quando a mae é iniciada com o filho no ventre, esse filho se torna um hundote.
Ahehun (Arerrum) = o mesmo que yao.
Ahuretè- ahè ( arrurete, arre ) = termo usado para pessoas nao iniciadas, o mesmo que abian dos yoruba.
Adla' = o mesmo que ebo' dos yoruba.
Azan/Zan = o mesmo que mariô/esteira dos yorubas.
Agrala = o mesmo que pade dos yoruba.
Ta = o mesmo que ori dos yorubas.
Hundeime = ronco
Mlam mlam = rezas
Dope= o mesmo que pao'
Aban= prato.
Abaman/Apomi= caneca.
Abieé = o mesmo que ago, perdão.
Huyin = o mesmo que nome, orukó dos nagôs.
Dohozan ( odorozan)= o mesmo que xire dos yoruba.
Durozan= despachar

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1.  CACCIATORE, Olga Gudolle. Dicionário de cultos afro-brasileiros.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • CHARLES, Hùngbónò. Iniciação no Jeje Mahi. Jeje Mahi no sul do país, mai. 2011. link.
  • MATORY, J. Lorand. Jeje: repensando nações e transnacionalismo. Mana, Rio de Janeiro, v. 5, n. 1, p. 57-80, 1999. link.
  • PARÉS, Luis Nicolau. A formação do candomblé: história e ritual da nação jeje na Bahia. 2. ed. Campinas: Editora da UNICAMP, 2007. link.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]



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